As microalgas são uma ótima alternativa à carne e aos ultra processados

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Muitos estudos publicados em revistas científicas relacionam o consumo de alimentos ricos em antioxidantes com a prevenção de doenças e redução da mortalidade.

A adição de microalgas a alguns alimentos aumentou suas propriedades antioxidantes. Por exemplo, a adição de uma microalga (entre 0,5 e 2,0% em massa) à sopa de brócolis aumentou a proporção de compostos com atividade antioxidante.

Efeito semelhante foi observado em experimentos realizados com biscoitos. Este produto tem baixo valor nutricional normalmente. Porém, eram mais nutritivos e com capacidade antioxidante. Além disso, adicionar pequenas quantidades de microalgas (2-5%) à massa do biscoito aumentou as fibras e as proteínas.

Duas grandes vantagens da produção e consumo de algas é que elas têm baixo custo e não agridem o meio ambiente.

No ano de 2050 precisaremos de 60% a mais de alimentos do que atualmente. Ser capaz de atender a essa demanda será fundamental nos próximos anos. Por isso, é imprescindível o desenvolvimento de fontes alimentares saudáveis, que não agridam o meio ambiente.

Atualmente o consumo de alimentos ultraprocessados ​​é muito difundido. São produtos baratos que não contêm quase nenhum alimento original. Seu alto consumo tem efeitos prejudiciais à saúde humana e ao planeta.

Eles vêm preparados para consumir diretamente da embalagem. E entre seus ingredientes encontramos substâncias raras em nossas cozinhas e supermercados (conservantes ou aditivos que tornam o produto final mais palatável).

Além disso, são ricos em gordura, açúcar e sal e pobres em fibras ou proteínas. Snacks, cereais matinais e pastelaria, charcutaria e pizzas. Esses não são alimentos saudáveis.

A sua elevada ingestão está ligada ao aumento doenças associadas ao envelhecimento (câncer, doenças cardiovasculares e obesidade). Além disso, fabricação e embalagem desses produtos consomem muita água e energia.

Isso se soma à emissão de gases responsáveis ​​pelas mudanças climáticas. A pecuária também está entre as mais poluentes.

Ou seja, o consumo desses produtos faz mal à nossa saúde e ao meio-ambiente.

A Organização das Nações Unidas (ONU) indica que restringir o consumo de carne ajudaria a reduzir as mudanças climáticas. Também pode ajudar a reduzir o consumo de alimentos processados. Desta forma, pretende-se evitar impactos negativos na saúde e no meio ambiente.

Em relação à carne, o consumo semanal de duas porções de carne vermelha ou processada está associado a um maior risco de morte por doenças associadas ao envelhecimento.

A boa notícia é que as proteínas de microalgas são adequadas para a preparação de produtos de carne saudáveis.

Alguns hambúrgueres de carne aos quais foram adicionadas microalgas sofreram um aumento nos aminoácidos.

Um desafio futuro é desenvolver análogos de carne com base em microalgas. Os análogos da carne são produtos que imitam a carne.Eles têm maiores benefícios para a saúde porque não contêm proteína animal. Eles podem ser usados ​​em alimentos para humanos e animais de fazenda.

Os consumidores estão cada vez mais conscientes de que uma dieta não saudável aumenta o risco de doenças e mortalidade. A prevenção é a forma de evitar doenças associadas ao envelhecimento. Essa prevenção consiste no consumo de uma dieta balanceada e rica em antioxidantes naturais.

As microalgas podem desempenhar um papel muito importante na melhoria da nutrição e da saúde no futuro. Na verdade, eles são considerados o alimento do futuro por seus compostos multifuncionais e baixos custos de produção.

As microalgas contêm mais proteína do que muitos alimentos comuns na dieta. Essas proteínas têm altas porcentagens de aminoácidos essenciais. São estes que devem ser ingeridos porque o corpo humano não é capaz fabricá-los.

Fonte: elpaís

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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