5G será liberado ainda essa semana em São Paulo, e até dezembro em todas as capitais

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Quinta-feira, dia 4 de agosto, é o dia em que as operadoras poderão começar a liberar o sinal 5G em São Paulo. A decisão foi proferida nesta terça-feira (2) após reunião da Anatel (Agência Nacional das Telecomunicações), em que são discutidos aspectos técnicos para liberação da tecnologia.

São Paulo é a quinta cidade brasileira a ter conexão móvel de quinta geração. Antes, as operadoras liberaram o 5G em Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), João Pessoa (PB) e Porto Alegre (RS). Até o fim de setembro, todas as capitais devem ter redes 5G habilitadas, segundo cronograma da Anatel.

O sinal deve ser disponibilizado, num primeiro momento, em alguns bairros e com o tempo ir se expandindo para todas as partes das cidades. Segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”, a cobertura na cidade de São Paulo deve estar concentrada no centro expandido, entre as marginais Tietê e Pinheiros, pegando regiões da zona oeste e parte da zona sul — basicamente, as áreas com principais prédios empresariais. Já nas zonas leste, norte e o extremo da zona sul, a cobertura deve contar com antenas mais espalhadas. O 5G promete velocidade 20 vezes mais rápida que o 4G. Outra vantagem é o baixo tempo de resposta.

Veja as vantagens do 5G

Alta velocidade

O 5G é tecnicamente capaz de alcançar velocidades na casa dos gigabits por segundo (Gb/s). Um teste do ano passado chegou a 1,8 Gb/s, podendo baixar um arquivo de 1 GB em 5 segundos. A velocidade real, porém, deve ficar bem abaixo disso, conforme mais pessoas utilizarem a rede. Ela deve se estabilizar no mesmo nível de uma banda larga fixa – cerca de 100 a 300 Mb/s (megabits por segundo).

Em Brasília, por exemplo, a rede da Tim alcançou 400 Mb/s. Um arquivo de 1 GB seria baixado em 20 segundos. Mas houve relatos de 500 Mb/s e também de apenas 100 Mb/s. Só para comparar, hoje a velocidade média do 4G é 22,77 Mb/s, segundo um levantamento da SpeedTest. O download de um arquivo de 1 GB levaria 5 minutos e 35 segundos.

Baixa latência

É o tempo que leva entre você acionar um comando, ele ser transmitido pela rede, e executado em outra máquina (ou no seu próprio celular). Quanto mais baixo, melhor. O 5G promete latência entre 1 e 5 microssegundos. É algo imperceptível ao olho humano, mas essa precisão é essencial em outras aplicações do 5G.

Só para comparar, a latência no 4G é de 80 microssegundos. Ou seja, no mínimo 16 vezes pior. A baixa latência não fará muita diferença na vida do consumidor comum, exceto para quem joga games competitivos online no celular. Mas ela terá grande impacto em vários segmentos da economia e da sociedade.

Ela também permite avanços tecnológicos, por exemplo, na saúde. Um cirurgião poderá operar à distância, ou via realidade virtual, sabendo que a máquina repetirá seus comandos praticamente ao mesmo tempo. Será essencial na coordenação de máquinas robotizadas na produção industrial. Ou no tráfego de carros autônomos (sem motoristas). Ou na redistribuição de energia elétrica, em tempo real, de acordo com as necessidades da rede.

E esses são somente alguns exemplos.

Fonte: Uol tilt /

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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