Carta da Terra faz 20 anos e é celebrada por vários artistas e ativistas por um mundo melhor

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“Terra, Terra… Por mais distante o errante navegante, quem jamais te esqueceria?”. Foi com os versos da sua canção “Terra” que Caetano Veloso emocionou os seus seguidores no Instagram para convidá-los a participar do festival internacional que celebrou os 20 anos da Carta da Terra nessa segunda-feira.

O Festival Carta da Terra 20 anos – CT + 20 reuniu diversas personalidades e artistas de todo o mundo para refletir sobre o aniversário de duas décadas desse documento que buscou, com base em princípios éticos, construir uma sociedade global justa, sustentável e pacífica no século XXI.

A programação on line, que ocorreu nessa segunda-feira (29/6), foi organizada pelo coordenador da ONG Alternativa Terrazul, Pedro Ivo, que contou que o objetivo do festival foi:

“Celebrar todas as iniciativas que já estão sendo feitas inspiradas na Carta da Terra e divulgar a atualidade desse importante documento”.

E pra quem perdeu a live…

A live está disponível no canal ECInternacional no YouTube e na fanpage @EarthCharterInternational, foi apresentada pela atriz Maria Paula e contou com as participações de vários artistas, ativistas ambientais e lideranças espirituais, como: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Arnaldo Antunes, Fábio Porchat, Marcos Palmeira, Ellen Oléria, Monja Coen, Dom Naudal Gomes, Equedê Sinha, Rev. Caio Fábio, Dom Leonardo Steiner, Vandana Shiva, Fritjof Capra, Severn Suzuki, Mirian Vilela, Marina Silva, entre outros.

Clique nos links dos canais, escritos acima em verde, e acesse.

Carta da Terra

A Carta da Terra foi redigida no ano 2000 para pensar na construção de uma sociedade global sustentável. É um documento ético para a sustentabilidade que ajuda a humanidade a guiar-se para uma ação consciente, sobretudo agora com a pandemia do novo coronavírus, que nos impôs um outro tipo de realidade que nos faz pensar sobre o tipo de “normalidade” que queremos.

Hoje, mais do que nunca, os valores do documento se atualizam para que possamos rediscuti-lo nessa missão de construir um mundo que respeite todas as formas de vida sobre os pilares da justiça social e econômica, da preservação ambiental e da paz.

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É doutora em Estudos de Linguagem, já foi professora de português e espanhol, adora ler e escrever, interessa-se pela temática ambiental e, por isso, escreve para o GreenMe desde 2015.
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