Após um mês de agonia, urso finalmente é liberado do recipiente plástico em sua cabeça

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Por cerca de um mês, um urso preto foi forçado a vagar pela floresta da Flórida com um recipiente de plástico enfiado na cabeça. Há poucos dias, o pobre animal foi libertado da terrível agonia. Para o urso, um espécime feminino, o final feliz veio graças à mobilização de todo um bairro e de agências de segurança pública, auxiliadas por uma equipe de biólogos da Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida (FWC).

Após duas denúncias, o urso não foi visto por mais de três semanas – afirma a equipe da FWC, que divulgou um vídeo mostrando as várias etapas da operação – No final, o urso foi capturado pela câmera de segurança de um morador, ainda vestindo a vasilha em sua cabeça. A equipe montou novas armadilhas e iniciou patrulhas noturnas na vizinhança. Eles finalmente avistaram a ursa de 250 libras pouco antes da meia-noite. E um biólogo tomou medidas para remover o recipiente de plástico de sua cabeça. Achamos que fazia parte de um comedouro de animais por causa do buraco perto do rosto do urso.

Felizmente, o urso conseguia se alimentar e respirar.

Mesmo depois de 28 dias, o urso ainda estava em ótima forma física! Ele sofreu um ferimento no pescoço e no rosto, onde o recipiente estava preso, mas a equipe limpou o ferimento e o tratou com antibióticos. Após um dia e meio de monitoramento para garantir que ela estava saudável e capaz de comer e beber normalmente, o urso foi liberado para uma área segura da Floresta Estadual de Picayune Strand.

Hoje em dia, os “acidentes” deste tipo são cada vez mais frequentes. Há menos de um mês, contamos a vocês a história de uma pobre foca que foi deixada com uma lata de Red Bull presa no maxilar inferior por dias e depois resgatada pela polícia. Muitas vezes, os resíduos deixados pelos humanos acabam se transformando em armadilhas letais para os animais …

 

Fonte: Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida (FWC) 

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Graduada em mídia, comunicação digital e jornalismo pela Universidade La Sapienza, ela colaborou com Le guide di Repubblica e com alguns jornais sicilianos. Para a revista Sicilia e Donna, ela tratou principalmente de cultura e entrevistas. Sempre apaixonada pelo mundo do bem-estar e da bio, desde 2020 escreve para a GreenMe.
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