A maior ave que já existiu tinha cabeça enorme e cérebro espremido

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Dromornis stirtoni, o maior dos “mihirungs” (palavra de aborígines australianos para “pássaro gigante”), tinha até 3 metros de altura. Seu crânio era mais largo e mais alto do que seu comprimento devido a um bico grande e poderoso. Isso levou paleontólogos australianos a olhar para o interior de seu espaço cerebral a fim de ver como ele funcionava.

O novo estudo, publicado na revista “Diversity”, examinou os cérebros dos extintos mihirungs gigantes ou pássaros da família Dromornithidae (dromornitídeos). Eles foram uma parte distinta da fauna australiana por muitos milhões de anos, antes de serem extintos há cerca de 50 mil anos.

“Junto com seus olhos grandes voltados para a frente e bicos muito grandes, a forma de seus cérebros e nervos sugeria que essas aves provavelmente tinham uma visão estereoscópica bem desenvolvida, ou percepção de profundidade, e se alimentavam de uma dieta de folhas macias e frutas”.

diz o dr. Warren Handley, pesquisador da Universidade Flinders (Austrália) e autor principal do estudo.

“A forma de seus cérebros e nervos nos disse muito sobre suas capacidades sensoriais e algo sobre seu possível estilo de vida, que permitiu a essas aves notáveis ​​viverem nas florestas ao redor de canais de rios e lagos em toda a Austrália por um tempo extremamente longo”, prossegue Handley. “É emocionante quando podemos aplicar métodos de imagem modernos para revelar características da morfologia dos dromornitídeos que eram completamente desconhecidas.”

A nova pesquisa, baseada em restos fósseis que variam de cerca de 24 milhões de anos atrás até o último da linha (Dromornis stirtoni), indica que os cérebros e nervos dos mihirungs são mais parecidos com os das galinhas modernas e das galinhas mallee australianas.

“A verdade improvável é que esses pássaros eram aparentados com aves domésticas – galinhas e patos. Mas seu primo mais próximo e muito de sua biologia ainda permanecem um mistério”, disse Trevor Worthy, paleontólogo de vertebrados e professor associado da Universidade Flinders. “Embora os cérebros dos dromornitídeos sejam muito diferentes dos de qualquer pássaro vivo hoje, também parece que eles compartilhavam uma confiança semelhante na boa visão para a sobrevivência com espécies vivas como avestruz e ema.”

Fonte: msn

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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