Escócia está plantando um milhão de árvores nas margens dos rios para salvar salmão selvagem

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O aumento das temperaturas na Escócia está colocando em risco a sobrevivência do salmão selvagem que povoa os rios. Ondas de calor recorde são cada vez mais frequentes, causando queimaduras e estresse aos peixes, muitas vezes levando-os à morte, principalmente os mais jovens. Como esse grave problema pode ser combatido? Para evitar ver um abate de salmão, a organização River Dee Board and Trust decidiu responder com uma “arma” muito poderosa: árvores! Ao criar sombra e gerar oxigênio, as árvores podem proteger os animais que vivem nos cursos d’água.

De fato, desde 2013, mais de 200.000 plantas nativas foram plantadas ao longo das margens do rio Dee (que deságua na região de Aberdeenshire) e seus afluentes.

A previsão de mudança climática da Marine Scotland indica que muitos afluentes das montanhas atingirão temperaturas da água no verão, o que torna os riachos inabitáveis ​​para o salmão. – explicam do River Dee Board and Trust – Em 2018, por exemplo, a temperatura da água do Gairn atingiu uma temperatura de 27,5 ° C, próxima daquela letal para o salmão jovem.

Assim, as árvores protegem o salmão das consequências da crise climática. O River Dee Board and Trust estabeleceu a meta ambiciosa de plantar um milhão de árvores, incluindo bétulas, pinheiros silvestres, espinheiros e álamos, até 2035.

A produção de sombra e oxigênio não são os únicos benefícios de ter árvores. As plantas ajudarão o salmão, fornecendo insetos dos quais se alimentam e nutrientes através das folhas que caem. Além disso, os galhos que caíram nos riachos serão usados ​​pelo salmão para melhor desovar.

“As árvores também servem para reduzir o risco de inundações, levando a um enriquecimento da biodiversidade geral que inclui uma grande variedade, como galo silvestre, perdiz e galinhola”, observam especialistas do River Dee Board and Trust.

Em suma, as árvores que serão plantadas não serão apenas aliadas preciosas para o salmão selvagem, mas para todo o ecossistema.

 

Fonte: River Dee Board and Trust

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Graduada em mídia, comunicação digital e jornalismo pela Universidade La Sapienza, ela colaborou com Le guide di Repubblica e com alguns jornais sicilianos. Para a revista Sicilia e Donna, ela tratou principalmente de cultura e entrevistas. Sempre apaixonada pelo mundo do bem-estar e da bio, desde 2020 escreve para a GreenMe.
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