Após restos mortais de Philips e Bruno Araújo serem encontrados, família agradece a indígenas

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A família de Dom Phillips emitiu, nesta quinta-feira (16), um comunicado após o anúncio de queos corpos do jornalista e do indigenista Bruno Pereira foram encontrados.

O superintendente da Polícia Federal (PF) no Amazonas, Alexandre Fontes, confirmou na noite de quarta-feira (15), em uma entrevista à imprensa, que Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como “Pelado”, confessou ter assassinado o indigenista Bruno e o jornalista inglês Dom Phillips.

Os restos mortais encontrados enterrados no local indicado por Amarildo foram encaminhados para perícia em Brasília.

Sian Phillips (irmã de Dom), Gareth Phillips (irmão), Paul Sherwood (parceiro de Sian), Helen Davies (cunhada), Domonique Davies (sobrinha) e Rhiannon Davies (sobrinha) assinaram um texto no qual dizem estar “de coração partido com a confirmação de que Dom e Bruno foram assassinados”.

A família, que mora na Inglaterra, também prestou solidariedade aos familiares de Bruno, agradeceu a todos os que participaram das buscas — em especial, aos indígenas — e pediu privacidade neste momento.

“No devido momento iremos apresentar nossas perspectivas sobre essas vidas corajosas e o importante trabalho desses homens extraordinários, mas neste momento, nós pedimos que representantes da mídia permitam à família alguma paz para lidar com privacidade com o que aconteceu com nosso amado Dom”, afirmaram os familiares.

Ajuda essencial dos indígenas

as autoridades deram uma entrevista coletiva hoje sobre o caso, porém, na mesa não havia sequer um representante indígena. Eles foram primordiais para a investigação, pois guiaram todos pela Amazônia. Sem eles, a investigação não teria chegado ao fim em 10 dias.

Reconstituição

Segundo a PF, Amarildo fez a confissão na noite de terça, quando narrou em detalhes o crime. Durante o dia desta quarta, ele foi levado até o local onde enterrou os corpos. Ele também indicou onde afundou a embarcação que era usada por Bruno e Dom.

O restos mortais foram achados cerca de 3,1 km de distância de onde itens pessoais do indigenista e do jornalista, como cartão de saúde e notebook, já haviam sido encontrados

Fonte:  G1
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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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