A aurora boreal brilhou sobre o Ártico e foi um grande espetáculo da Mãe Natureza

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Verde esmeralda, azul, roxo. E em primeiro plano uma paisagem de neve rodeada de silêncio. Uma imagem tão sugestiva que descrever sua beleza em palavras é realmente difícil. A foto da capa foi tirada sábado, no Alasca, e retrata uma espetacular aurora boreal cercada por pilares de luz.

Para tornar a imagem conhecida, foi o Serviço Meteorológico Nacional de Fairbanks, que postou a foto no Twitter. Um momento de beleza etérea capturado por um dos meteorologistas do Serviço Meteorológico Nacional. As auroras boreais brilham sobre o Ártico e deslumbram os habitantes do Alasca. Essas populações costumam admirar as chamadas “auroras boreais”, mas as dos dos últimos dias deixaram todos sem palavras.

Tons de verde e roxo cintilaram no céu por um longo tempo. Deve-se dizer que durante este período em Fairbanks, Alasca, o sol se põe aproximadamente às 15h20, mas o céu ainda brilha após o pôr do sol. Foi justamente nessa passagem da luz à sombra que ocorreu um espetáculo deslumbrante, que coloriu o céu com halos verde-esmeralda e púrpura.

 “Você geralmente tem que sair um pouco da cidade para ficar longe das luzes artificiais”, disse Ryan Metzger, meteorologista do Serviço Meteorológico Nacional de Fairbanks que chamou a aurora de “impressionante”.

A aurora boreal é o resultado de uma tempestade solar ou uma erupção de partículas de alta energia da superfície do sol. A explosão de radiação eletromagnética atinge a Terra, onde se choca com nosso campo magnético, que converte essa energia potencialmente perigosa em luz visível inofensiva e espetacular. Sábado foi uma tempestade geomagnética de nível 2 de 5.

O evento dos últimos dias, porém, não foi originado por uma explosão de energia, mas por um fluxo de vento solar vindo de um “buraco coronal”. É uma região “mais fria” do que a superfície do sol de onde o vento solar emana. Mas não só isso. Em Fairbanks, a cena foi acompanhada por raros pilares de luz, ou pilares verticais de luz acima do solo.

Eles se formam quando o ar extremamente frio causa a presença de cristais de gelo hexagonais próximos à superfície. A luz é refletida em suas faces horizontais inferiores e na direção do visualizador, fazendo com que a luz apareça como uma faixa vertical. E aqui está o resultado:

 “Um de nossos meteorologistas acabou de enviar esta mensagem às (22h) do norte de Fairbanks. A aurora está dando um show no início desta noite, é quase como se soubesse que as nuvens estão se aproximando! Então, dê uma olhada antes que as nuvens bloqueiem sua visão”, tuitou o Serviço Nacional de Meteorologia de Fairbanks.

Os habitantes viram-se assim a testemunhar os véus de cores diáfanas lutando contra as nuvens. Ainda na noite anterior, o mau tempo já havia proporcionado vistas deslumbrantes, fotografadas por outros usuários e publicadas nas redes sociais:

E pensar que neste momento o sol está no mínimo, período em que sua atividade é menos intensa. Isso torna a aurora boreal menos comum. Mas, como o Alasca experimentou no fim de semana passado, às vezes o céu pode surpreender.

Fonte: NWSFairbank/TwitterThe Washington Post

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Jornalista freelance com especialização em editoração, comunicação, multimídia e jornalismo. Em 2011 ganhou o prêmio Dear Director e em 2013 recebeu o prêmio Jounalists in the Grass, devido à sua entrevista com Luca Parmitano.
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