Seu gato é agressivo e não muito carinhoso? Siga estas 3 dicas simples

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Os especialistas em comportamento felino descobriram que prestar muita atenção ao comportamento dos gatos, sua linguagem corporal e avaliar onde acariciá-los são as chaves para melhorar o relacionamento com nossos amigos felinos.

Os gatos não gozam de boa reputação em termos de afeto, e também sabemos que muitas vezes não gostam de ser tocados ou acariciados: muitos estudos têm demonstrado que a agressão demonstrada por estes animais contra o ser humano, principalmente durante a interação com o homem-gato, está longe de ser raro.

Por isso, na Nottingham Trent University, uma equipe de pesquisadores trabalhou em colaboração com uma associação sem fins lucrativos que lida com animais para desenvolver verdadeiras ‘diretrizes’ para quem tem um gato como animal de estimação – especialmente voltado para aquelas pessoas que acham difícil reconhecer quando o animal valoriza os carinhos que lhe são dados ou não.

Os postos-chaves dessas diretrizes são três, resumidos de forma não surpreendente com a sigla CAT (gato, em inglês): controle, atenção, toque. Em particular:

CONTROLE: ou melhor, permitir que o gato escolha onde ser acariciado e dar a ele o ‘controle’ da ação. Segundo os autores do estudo, dar ao gato escolha e controle é a chave para fazê-lo se sentir feliz e à vontade no momento do carinho: por exemplo, podemos colocar a mão perto do gato e deixá-lo decidir se ele quer ser acariciado (se ele estiver ansioso por isso, ele começará a se esfregar em sua mão); além disso, devemos permitir que o gato se afaste e vá embora, sem tentar bloqueá-lo ou segui-lo – isso limitaria a sensação de controle do felino.

ATENÇÃO: ou seja, prestar atenção ao comportamento e linguagem corporal do gato. É bom prestar atenção às reações do gato ao carinho. Se ele move a cabeça ou se afasta, se ele gira ou aplaina as orelhas, se ele balança a cabeça ou lambe a ponta do nariz, se os pelos das costas se arrepiam ou se o rabo balança repentinamente – todos esses são sinais de que nosso amigo peludo pode precisar de uma ‘pausa’ do carinho. Da mesma forma, se o gato congela, para de ronronar se ou se esfregar na mão, e de repente começa a se limpar – mesmo neste caso nossos abraços são obviamente indesejáveis.

TOQUE: preste atenção nas partes do corpo que são acariciadas. Quanto ao ‘onde’, a maioria dos gatos adora ser coçada na base das orelhas, ao redor das bochechas e sob o queixo – embora cada gato tenha suas próprias preferências, então preste atenção especial em como o animal responde à estimulação de diferentes partes do corpo.

Para testar essas diretrizes, os pesquisadores monitoraram voluntários em suas interações com 100 gatos domésticos e estudaram o comportamento e a postura dos gatos durante o carinho: cada participante teve que lidar com seis gatos – três antes de ler as diretrizes e três depois. Verificou-se que os gatos apresentavam muito menos desconforto ou agressão se as pessoas que os acariciavam seguiam os conselhos dos especialistas: os animais geralmente ficavam menos ansiosos, frustrados ou nervosos durante as interações com humanos e raramente adotavam posturas rígidas.

Fonte: Frontiers in Veterinary Science

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Jornalista profissional, possui graduação em Ciência Política e máster em Comunicação Política. Se preocupa especialmente com temas sociais e direitos dos animais.
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