A maioria dos gatos de rua morrem antes de 1 ano de idade. Veja como ajudar

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Infelizmente, enquanto muitas pessoas pagam caro por um gato de raça (e alimentam um mercado cruel), gatos de rua passam fome, ficam doentes e morrem antes de completar 1 ano. Mas podemos ajudá-los.

Os gatos domésticos possuem lugar para dormir, comida, carinho, segurança e acompanhamento veterínário. Já os gatos de rua estão sujeitos a serem atropelados, envenenados, a ter doenças sem acompanhamento, e muito mais. Dessa forma, não é supresa que os gatos sem dono vivam muito menos.

Por isso, o ideal é reduzir o número desses animais. Mas como?

Adotar é grátis

Bom, a primeira dica é: adote, não compre. Quem realmente gosta de animais não se importa com raça. E, ao adotar, além de ajudar um animal, você não contribuirá para a fábrica de filhotes, uma indústria cruel que deveria ser extinta. Adotar é grátis pra você e pode salvar vidas.

Castre seu animal

Outro passo é, ao adotar um gato, ou cachorro, castre-o. É sabido que animais castrados fogem menos de casa e, ao fugir, não correm o risco de reprodução. Imagine que cada gata pode ter, em média 5 filhotes por ninhada, que pode chegar a 10! Agora pense um gato der rua, não castrado, que pode ter várias ninhadas em sua vida (os que sobrevivem mais de um ano).

Muitas pessoas reclamam do preço da castração e dizem não ter condições de arcar com as despesas. Se esse for se caso para não castrar, existem associações que o fazem gratuitamente: como o Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura de São Paulo ou uma UVIS, também da prefeitura, com várias unidades.

Nunca abandone

Isso nem deveria ser dito, de tão óbvio. Mas vemos que muitas pessoas abandonam seus animais quando vão se mudar ou porque não querem cuidar de um animal idoso (quando mais precisam!). Um animal é pra toda a vida. Eles se tornam da família, amam e se tornam dependentes dos humanos. E, acima de tudo, ele têm sentimentos. Nunca abandone um animal, porque ele sempre irá amá-lo, quer você more em uma kitnete, uma chácara, tenha dinheiro ou não.

Ajude, mesmo sem adotar

Você também pode ajudar, mesmo que não possa adotar. Basta fazer a sua parte conscientizando amigos e conhecidos, e nas redes sociais, sobre os cuidados que devemos ter com os animaizinhos.

Fonte: ig

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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