Visite a árvore mais antiga do Brasil, um Jequitibá com mais de 600 anos de idade

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O Parque Estadual Vassununga, em Santa Rita do Passa Quatro, a 245 km de São Paulo, comemora essa semana 51 anos de história e, para celebrar, está sendo reaberto depois de três anos fechado, inicialmente por uma invasão de javalis e depois por causa da pandemia de Covid-19.

Nesse período que ficou fechado, Waldonésio ajudou a monitorar os javalis. Um drone com câmera térmica ajudava a rastrear os animais na mata e o funcionário posicionava armadilhas estrategicamente. Aos poucos foram retomando o controle da situação, até porque os javalis marcam os troncos das árvores para afiar os dentes e pisoteiam as nascentes, prejudicando o solo.

Agora que tudo está sob controle, o parque pode ser gradativamente aberto.

Justamente lá está a Patricarca, uma árvore que está aqui antes da chegada dos portugueses e é considerada a árvore mais antiga do Brasil. Estima-se que ela tenha entre 600 e 900 anos de idade, segundo revelaram testes de carbono.

A árvore, o maior Jequitibá-Rosa de São Paulo, segundo a Fundação Florestal, possui 42 metros de altura e 4 metros de diâmetro. Para se ter uma ideia do tamanho, são necessárias 13 pessoas para ‘abraçar’ a árvore). Apesar de todo o seu tamanho, ela é o segundo maior Jequitibá do Brasil.

Ele é um pouco mais baixo que uma árvore da mesma espécie em Camacã, na Bahia. A mais alta conhecida é um angelim vermelho gigante da Amazônia, de 88 metros.

Mas a principal diferença é que o Patriarca pode ser visitado.  Ou seja, enquanto as grandes árvores da Amazônia ficam a 220 km de qualquer concentração humana, com acesso muito complicado, o Patriarca está quase na beira da Rodovia Anhanguera.

‘Só de eu falar dela eu me emociono. Tenho uma convivência de 27 anos com ela. Quando cheguei aqui os pesquisadores falaram que essa árvore tinha 3 mil anos. Depois vieram outros pesquisadores, fizeram teste de carbono, e estimaram entre 600 e 900 anos. Para mim, ela tem 3.027 anos,  diz Waldonésio Borges Nascimento, auxiliar de apoio à pesquisa científica no parque e uma espécie de faz-tudo por lá.

O parque tem de 300 a 400 jequitibás de grande porte. Tem ainda um cerrado de 2 mil hectares e existem onças pardas, tamanduás-bandeira e lobo-guará, entre outros animais.

Em um primeiro momento, as visitas ao parque serão monitoradas e agendadas.

Fonte: Gauchazh

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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