O famoso Monstro do Lago Ness pode não passar de um sapo gigante ou de uma tartaruga ancestral

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O especialista em dinossauros Tyler Greenfield, desenterrou uma foto de 2005 de um “animal” que vive no fundo do lago escocês que se diz ser o lar da criatura lendária.

A imagem foi registrada bem abaixo da superfície do lago, muito mais fundo do que a maioria das outras raças de sapos normalmente vivem.

“Um sapo vivo a 325 pés de profundidade no fundo do Lago Ness’’,

twittou Greenfield – um estudante de paleontologia e escritor.

“Sim, isso realmente aconteceu. Alguém já sugeriu que Nessie é um sapo gigante? Eu sei que existem teóricos de salamandras gigantes por aí, então pode haver teóricos de sapos gigantes”, questionou o estudante.

O explorador Dr. Jonathan Kolby explicou que os anfíbios são capazes de sobreviver em águas profundas.

“Isso é realmente algo que rãs e sapos podem fazer – especialmente em águas mais frias. Eles podem absorver oxigênio através de sua pele e permanecer submersos por períodos surpreendentemente longos”, explicou.

Existe a  também a teoria de que o monstro seja uma espécie ancestral de tartaruga marinha, como explica o cientista norte-americano Henry Bauer, veterano de expedições ao lago para comprovar a existência da criatura e que participou da Deep Scan, operação que reuniu uma frota de barcos equipados com sonar para detectar o monstro nas profundezas.

Ele reuniu evidências primitivas e geológicas para caracterizar o monstro, e chegou à conclusão de que o monstro possa ser uma “espécie ancestral de tartaruga marinha“, presa nas águas do lago desde o final da última era do gelo.

“Os Monstros do Lago Ness são uma variedade de tartarugas marinhas de grande porte que ainda não foram descobertas e descritas de maneira adequada e que provavelmente ainda existem em alguns nichos nos oceanos”, explicou o professor, que crê na reprodução dos indivíduos da espécie, para o jornal escocês Daily Record.

A tese apresenta pontos fortes por comparar a suposta criatura com diversas espécies de tartarugas, sejam elas vivas ou já extintas, que passam longos períodos em águas profundas até emergir rapidamente para respirar. O pescoço longo, típico das fotos do suposto monstro, também é uma característica das espécies analisadas.

Contudo, Bauer não esconde um ponto que poderia por a tese por água abaixo:

“É difícil de conciliar [a conclusão] com a raridade de avistamentos de superfície, muito menos avistamentos ocasionais em terra”.

O trabalho do ex-professor do Virginia Polytechnic Institute, apesar do ponto negativo, foi aceito pela sociedade científica, chegando até a ser publicado em uma revista.

O monstro, que faz parte do folclore não só da região mas da cultura ocidental como um todo, foi relatado pela primeira vez no século 6, em uma biografia de São Columba, monge que teria sido o primeiro a avistar a criatura.

E você, também tem alguma teoria sobre o Monstro do Lago Ness?

Fonte: Uol / MSN

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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