Assustador: freiras francesas usavam crucifixos para estuprar crianças

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Relatório da própria Igreja afirma que os crimes contra crianças de 10 a 13 anos foram acobertados durante décadas por autoridades religiosas.

Os relatos são chocantes e expõem crimes cruéis de violência e estupro de crianças. A Comissão Independente sobre Abuso Sexual na Igreja Católica (Ciase) revelou mais de 300 mil casos de abuso sexual, entre 1950 e 2020, dentro da instituição na França.

As freiras não só usavam crucifixos para estuprar meninas, como forçavam meninos a fazerem sexo com elas.

Uma das vítimas, que testemunhou com o nome “Marie”, disse ter sido abusada aos 11 anos. Ela relatou o caso aos pais, mas eles se recusaram a acreditar que uma freira pudesse fazer tal coisa. Por não levarem a acusação da filha a sério, o abuso continuou por mais um ano.

“Eu fui realmente um presente para esta freira”, contou. “Ela sabia muito bem que não arriscava nada.”

Segundo Jean-Marc Sauvé, presidente da comissão que divulgou o relatório. Os delitos foram acobertados por autoridades católicas por décadas.

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@catracalivre.com.br

O Papa Francisco disse estar envergonhado, pediu que episódios dessa natureza não se repitam e afirmou que, infelizmente, os números são enormes.

O chefe da conferência episcopal francesa, Éric de Moulins-Beaufort, disse que o número foi “muito maior do que o esperado” e pediu perdão.

O documento inédito, entregue na última terça-feira, 5, foi encomendado em 2018 pela Conferência dos Bispos da França para investigar a pedofilia na Igreja. Segundo o levantamento, entre 2.900 e 3.200 pedófilos agiram no período pesquisado.

Denuncie casos de abuso, homofobia e racismo

Você pode ajudar crianças e adolescentes expostos à violência sexual no Brasil, além de racismo, homofobia e outras violações de Direitos Humanos. Veja como:

Disque 100: a denúncia será analisada e encaminhada aos órgãos de proteção, defesa e responsabilização em direitos humanos, respeitando as competências de cada órgão.

App Proteja Brasil: aplicativo gratuito e simples, que levará a denúncia à mesma central do Dique 100.

Fonte: catracalivre

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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