Novos surtos de Covid-19 na China. Governo pede que população estoque comida

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O governo da China pediu aos cidadãos que estoquem suprimentos de necessidades diárias em meio às novas medidas que o país adota  para conter o mais recente surto de Covid-19.

Algumas cidades ou pontos específicos têm sofrido alguns surtos de Covid-19 nas últimas semanas e, apesar de serem poucos casos, o país segue cada vez mais firme nas medidas para a contenção de casos. Talvez por isso, os casos e mortes de Covid-19 tenham se mantido tão abaixo de países como EUA e Brasil.

Em postagens, usuários também relataram que, após o anúncio do governo, chineses correram para estocar arroz, óleo de cozinha e sal.

“Assim que a notícia saiu, todos os idosos perto de mim enlouqueceram comprando no supermercado”, escreveu um perfil na rede social chinesa Weibo, semelhante ao Twitter.

Alguns itens ainda foram recomendados para manter em estoque, incluindo biscoitos, macarrão instantâneo, vitaminas e lanternas.

É claro que a população se assustou, levando a imprensa estatal a tentar acalmar os ânimos. O jornal Economic Daily, apoiado pelo Partido Comunista, disse aos leitores para evitarem ter “uma imaginação hiperativa” e afirmou que o objetivo da diretiva do governo era garantir que os cidadãos não fossem pegos de surpresa se houvesse um lockdown em sua região.

Sem chances para a Covid

A China continua com sua política de tolerância zero em relação ao coronavírus e mantém atitudes severas, apesar dos números de infecções relativamente baixos. As medidas sanitárias incluem o fechamento de fronteiras, lockdowns pontuais e longos períodos de quarentena.

Uma das preocupações da China é a abertura dos Jogos olímpicos de Inverno de Pequim, com início agendado para 4 de fevereiro de 2022. Ao adotar medidas severas, procuram assim reduzir ao mínimo novas infecções.

O país mantém suas fronteiras fechadas desde março de 2020 e tem uma política rígida de quarentena nas chegadas, o que ajuda a manter suas estatísticas oficiais em 4.636 mortes em decorrência do coronavírus e 97.243 infecções desde o início da pandemia.

Fonte: G1

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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