Por que a Islândia é um dos melhores lugares para ser mulher

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Há um país no Norte da Europa que é uma espécie de Eldorado no que diz respeito à redução progressiva dos níveis de Gender Gap: estamos a falar da Islândia que, há 12 anos consecutivos, lidera o ranking Global Gender Gap Index elaborado pelo Fórum Económico Mundial. Um relatório anual que acompanha a evolução do assunto com base em 4 indicadores principais: participação econômica e oportunidades; nível educacional; saúde; empoderamento político.

A diferença de gênero e a Islândia, uma história de inclusão

Globalmente, conforme relatado no relatório, a pandemia levantou novas barreiras no que diz respeito ao estabelecimento de uma sociedade mais inclusiva, retardando o caminho para a igualdade de gênero, pois eram sobretudo as mulheres que lutavam para conseguir manter o equilíbrio das famílias, muitas vezes com a renúncia ao trabalho. A Islândia, no entanto, continua a ser o país a inspirar e talvez até com um pouco de inveja onde se pode contar com um Presidente da República nos anos 80 e dois primeiros-ministros, um atualmente em funções. Nos conselhos das empresas, atualmente, as mulheres estão presentes em 50% e, desde 2018, a equidade salarial é lei.

Um livro celebra as mulheres islandesas

A Islândia é também a terra das batalhas e oportunidades das mulheres, como conta Eliza Reid em um livro intitulado “Os segredos do Sprakkar: as extraordinárias mulheres islandesas e como elas estão mudando o mundo”. Uma viagem pela evolução do status das mulheres, as batalhas das Spkaar (mulheres excepcionais) e conquistas como licença parental remunerada, creches acessíveis e amplo apoio à igualdade de gênero como valor da sociedade sem economizar nas críticas quando necessário. A autora, por sua vez, descobriu a Islândia nos últimos anos: canadense de nascimento e islandesa por amor desde 2003 quando, após um encontro ganho na loteria, conhece seu futuro marido Guðni Thorlacius Jóhannesson eleito presidente da Islândia em 2016.

Talvez ainda surja uma pergunta: quantos anos serão necessários para que a diferença de gênero seja uma memória? Para o Fórum Econômico Mundial, o mundo deu um passo para trás devido à pandemia com um declínio de -0,6% em relação aos 68% de 2020. Isso significa que ainda levará 135 anos para preencher essa lacuna.

Fontes:  Fórum Econômico Mundial

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