Cidade perto de usina nuclear ucraniana distribui pílulas de iodo anti-radiação para cidadãos

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O medo de uma guerra nuclear está crescendo na Europa. O que é preocupante não é apenas a central elétrica de Chernobyl, ocupada nos últimos dias por tropas russas, mas também e sobretudo a localizada na cidade ucraniana de Zaporizhzhia, recentemente atingida e incendiada pelos russos. É, de fato, a maior central nuclear do Velho Continente e se esta explodisse os danos seriam 10 vezes piores do que os do desastre de 1986.

Assim, o prefeito de Marhanets, uma cidade ucraniana localizada ao lado da perigosa usina, decidiu distribuir pílulas de iodo para seus cidadãos para se protegerem em caso de aumento da radiação.

Existe um plano de evacuação, que prevê a evacuação de 50.000 pessoas em poucas horas. Como há uma guerra acontecendo, ela simplesmente não vai acontecer. Não é realista – disse o prefeito Gennady Borovik ao Telegraph – Nossos serviços de emergência estão monitorando constantemente a situação e os níveis de radiação não estão acima do normal. Mas não sabemos o que acontecerá amanhã, por isso, por precaução, estamos distribuindo pílulas de iodo.

Os moradores da cidade se apresentaram nestes dias na prefeitura para receber os pacotes de pílulas de iodo.

As autoridades da cidade de Marhanets estão em alerta máximo.

Isso não é Chernobyl. – advertiu Borovik – Mas cada um de seus reatores é muito mais poderoso que Chernobyl. Então, se algo acontecesse, seria realmente terrível.

Os temores relacionados com uma guerra nuclear estão agora generalizados em vários países europeus, da Bélgica à França, passando pela Escandinávia. Nesses estados, nos últimos dias, houve um assalto às farmácias para comprar pílulas à base de iodo. Entretanto, a Suíça publicou um vedemecum  com as indicações a seguir (desde abrigos a comprimidos de iodo) em caso de conflito nuclear.

Fonte: The Telegraph 

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Graduada em mídia, comunicação digital e jornalismo pela Universidade La Sapienza, ela colaborou com Le guide di Repubblica e com alguns jornais sicilianos. Para a revista Sicilia e Donna, ela tratou principalmente de cultura e entrevistas. Sempre apaixonada pelo mundo do bem-estar e da bio, desde 2020 escreve para a GreenMe.
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