Campo Grande inaugura o maior aquário de água doce do mundo

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Foi aberto ao público em Campo Grande nesta segunda-feira (2) o Bioparque Pantanal, aquário de água doce 19 mil metros quadrados com capacidade para quase 5 milhões de litros de água. O complexo possui 32 tanques que abrigam peixes do Pantanal, mas também há reservatórios com animais de cinco continentes. Além disso, os visitantes poderão conhecer a representação de cada ecossistema, como a floresta boreal da Ásia.

O edifício principal foi idealizado por Ruy Ohtake, falecido em novembro de 2021. As obras do Bioparque Pantanal foram iniciadas em 2011, contudo, devido a denúncias de corrupção, o projeto atrasou e foi terminado apenas agora, 11 anos depois. O aquário fica dentro do Parque das Nações Indígenas e abriga cerca de 230 espécies de peixes (80% deles originários do Pantanal), além de jacarés e sucuris. 

O Pantanal, como uma das maiores planícies alagáveis do mundo, abarca uma imensa variedade de fauna e flora, principalmente com espécies endêmicas (que existem apenas na região). São mais de 260 espécies de peixes, entre eles piranhas, dourados e pacus. Dessa forma, a proposta do Bioparque Pantanal é, justamente, apresentar a biodiversidade pantaneira de uma maneira acessível para a população.

Museu

O espaço conta ainda com o Museu de Biodiversidade, que no momento expõe uma mostra itinerante de fósseis da Serra do Araripe. No local há também um conjunto de réplicas da megafauna, nome designado aos animais de grande porte que foram extintos. Algumas das peças mais proeminentes são o casco de um ancestral do tatu e o fóssil de uma preguiça gigante, animais que atingiam até três metros de comprimento.

Visitação

O acesso ao aquário é gratuito até o final do ano, mas é necessário agendamento prévio pelo site. As vagas são limitadas e os ingressos para o mês de maio já estão esgotados. O agendamento para o mês de junho ainda não foi aberto e o museu não anunciou datas. As visitas serão guiadas, com cerca de 1h30 de duração, a partir das 9h30. 

Infelizmente essa é a tendência. Enquanto acabamos com a diversidade do planeta, precisamos construir parques e bioparques para que as futuras gerações possam conhecer uma pouco na natureza. Que pena.

Fonte: msn

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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