Machismo no Brasil: homens jovens apoiam menos o feminismo e cobram virgindade

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Se você acha que a nova geração é mais desconstruída e progressista pode tomar um susto ao descobrir a verdade.

Uma pesquisa inédita do Instituto Ideia, encomendada pela GQ Brasil, mostra que os homens jovens são mais conservadores que as gerações anteriores em temas cruciais como o direito das mulheres, os relacionamentos e até o armamento.

A pesquisa “O Que Pensa o Homem Brasileiro”, realizada pelo Ideia com homens de todas as partes do Brasil, em metodologia científica por amostragem, está na edição de maio da GQ Brasil, que chega às bancas, ao aplicativo Globo+ e à loja virtual a partir desta quarta-feira (11).

Dentre outros resultados, o levantamento mostra que o homem brasileiro médio enaltece a inteligência da mulher, respeita mais o sucesso profissional das parceiras, mas mantém conceitos machistas que se julgavam superados.

Por exemplo: a virgindade da mulher antes do casamento, que parecia algo do passado, ainda tem alguma importância para 44% dos homens brasileiros. O tabu, pelo contrário, parece renovado: a taxa sobe para quase 51% entre os homens que têm entre 18 e 24 anos de idade.

Os homens brasileiros jovens também são os que menos apoiam o feminismo. Só 27,7% disseram ao Ideia endossarem a ideia de que homens e mulheres devem ter direitos iguais na sociedade, menos ainda que os já baixos 33,8% do público geral.

Saindo da esfera sexual, um total de 60% dos homens jovens, aqui novamente considerados a faixa dos 18 aos 24, considera muito (26,7%) ou ao menos pouco importante (33,3%) possuir uma arma de fogo, taxa maior ainda do que os 48% do público geral.

A pesquisa “O Que Pensa o Homem Brasileiro” foi encomendada pela GQ Brasil ao Instituto Ideia com o objetivo de trazer uma radiografia do homem brasileiro, de todas as idades e regiões do país.

Os mais jovens também são os que dão menos valor ao sexo físico, mas os que mais recorrem às novas tecnologias nesse campo.

Em relação à importância do sexo, 49,6% dos jovens dão notas 8, 9 ou 10 para a importância da prática, contra 68,9% do público geral. Na outra ponta, apenas 3,2% dos homens brasileiros responderam que a importância era 0 ou 1, contra 10,3% dos jovens.

Fonte: gq

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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