A saúde e o sedentarismo em um contexto de isolamento social

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Ao início do ano de 2020, o mundo todo foi assolado pelo avanço da pandemia do novo coronavírus, o Sars-CoV 2, e consequentemente, medidas de restrição ao avanço desta pandemia foram tomadas mundialmente, visando combater o vírus.

Como a COVID-19 é uma síndrome respiratória aguda, transmitida através do contato direto com o vírus presente em gotículas de saliva de pessoas contaminadas, o isolamento social foi uma das medidas tomadas para conter a doença.

Logo, diversos setores da sociedade e atividades sociais que dependiam do agrupamento de pessoas para sua realização foram completamente comprometidos durante este período, de modo que especialistas prevêem uma possível volta da normalidade apenas no ano que vem.

Dentre estes setores da sociedade, claramente os mais afetados foram o comércio, a educação e o turismo.

No caso da educação, por exemplo, as aulas foram repensadas em um formato remoto para garantir a continuidade das atividades escolares e educacionais.

Neste contexto, o uso de ferramentas digitais, de websites e plataformas online foi essencial para possibilitar a continuidade das aulas em seu formato digital.

Plataformas como a https://mystudybay.com.br/, para a busca de serviços acadêmicos, o Google Meet para reuniões e até o Docs para realização de trabalhos viram seus acessos dispararem enquanto as atividades acadêmicas se mantêm de maneira remota.

Contudo, todo o isolamento que estamos vivendo e a necessidade de se estar em casa possuem alguns efeitos na saúde mental e física das pessoas.

Com este contexto em mente, na reportagem de hoje serão abordados alguns dados e análises de especialistas em relação à saúde da população em isolamento social e os possíveis efeitos do sedentarismo nas pessoas.

O isolamento e os males do sedentarismo

sedentarismo

A pandemia que vivemos não foi só impactante e trágica por seus efeitos e mortes diretas, mas também, indiretamente, a pandemia causou inúmeras mortes e efeitos drásticos nas vidas de muitas pessoas.

Existem reportagens e estudos que mostram, por exemplo, que a pandemia fez com que aumentassem os índices de violência doméstica em cerca de 20%, de acordo com veículos como a Agência Brasil, a G1 e a Istoé.

Ainda, houveram aumentos em algumas categorias de crimes e também foi possível ver um aumento nos problemas de saúde oriundos do sedentarismo durante a pandemia.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a OMS, mesmo antes da pandemia o sedentarismo já vinha sendo um problema considerado sério pelas autoridades mundiais de saúde.

Por exemplo, a OMS ainda afirma que cerca de cinco milhões de mortes anuais são atribuídas ao sedentarismo, através de consequências como:

  • Doenças Cardíacas
  • Câncer
  • Diabetes
  • Obesidade

Comissários e diversos porta-voz da Organização Mundial da Saúde ainda insistem que a prática de exercícios e ser uma pessoa ativa fisicamente são essenciais para a longevidade, a saúde e um envelhecimento saudável.

Sedentarismo e isolamento social

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De acordo com reportagem da CNN Brasil, mais da metade dos brasileiros estão mais sedentários durante o isolamento social em período de pandemia.

Diversos especialistas e pesquisadores integrantes do Projeto Covid, da Fiocruz, realizaram pesquisas relacionadas ao comportamento das pessoas durante este período.

Foram constatados dados alarmantes em relação à prática de exercícios e ao sedentarismo na população brasileira, como a média de tempo em que os cidadãos passavam em frente ao computador e à televisão.

Antes do início do isolamento social, essa média era de cerca de três horas por dia. Depois do início da pandemia, esta média praticamente dobrou, sendo de cerca de cinco horas por dia durante este período.

Além disso, foi realizado um estudo com cerca de 44 mil participantes, onde por volta de 60% dos entrevistados deixaram de realizar qualquer exercício durante a pandemia.

Como deixar o sedentarismo de lado neste período?

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Uma publicação realizada no Blog Hygia, especializado em saúde, aponta para alguns fatores para identificar os efeitos negativos e males à curto prazo do sedentarismo:

  • Cansaço Excessivo
  • Fraqueza Muscular
  • Ganho de peso
  • Dor nas articulações

Todos estes sinais podem ser indicadores de que os males do sedentarismo estão começando a se concretizar devido à falta de atividade física.

A CNN Brasil ainda nos traz a informação de que, segundo a cardiologista Cléa Simone Sabino, especialista em ergonomia e reabilitação, a falta de atividade física junto a uma rotina de horas e horas sentados são grandes vilões no possível surgimento de doenças cardiovasculares, como o AVC e o infarto.

Contudo, existem diversas maneiras para começar a deixar o sedentarismo de lado de maneira simples e gradual, como por exemplo:

  • Exercícios com o próprio corpo: flexões, polichinelos e abdominais
  • Prática de Yog
  • Iniciar o dia com algum exercício e movimentação corporal
  • Hidratação e alimentação adequadas

Com a prática diária e gradual destes hábitos, os exercícios físicos se tornarão uma realidade em sua rotina e o sedentarismo poderá ser derrotado, mesmo com a sua academia favorita fechada durante a pandemia.

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