O menor marca passo do mundo é implantando em São Paulo

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No sábado, 20 de novembro, a equipe de cirurgia do médico Carlos Eduardo Duarte iniciou uma das operações mais aguardadas no núcleo Cardiologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Estavam prestes a implantar o menor marca-passo do mundo em um paciente —procedimento realizado pela segunda vez no Brasil, a primeira foi no Rio Grande do Sul.

Duarte é especialista em eletrofisiologia cardíaca, uma área de medicina cardiovascular que cuida dos distúrbios no ritmo do coração, como as arritmias. Para se aprofundar na especialização, ele também cursa Engenharia Elétrica.

No caso desse paciente, um homem de 56 anos residente em Carapicuíba, na Grande São Paulo, a falta de ritmo do coração mantinha os batimentos elevados —o que agravava sua condição, já que ele possuía apenas 25% do coração funcional e já sofreu um infarto, com a colocação de dois stents (molas que abrem as artérias).

O dispositivo impressiona pelo tamanho (ou falta de tamanho), pois tem o tamanho de uma cápsula de remédio e pesa somente 2 gramas. Para efeitos de comparação, um marca-passo convencional tem quase o tamanho de uma caixa de fósforo.

O marca-passo minúsculo é destinado a pacientes críticos que, por conta de complicações de saúde (câncer, doenças renais etc.), não poderiam recorrer ao marca-passo convencional.

A desvantagem é o custo. Enquanto um marca-passo convencional custa R$25 mil para ser implantando, o Micra tem um custo bem mais elevado: R$ 125 mil.

O modelo “comum” é composto por uma bateria e eletrodos, conectados ao equipamento por fios bem finos e maleáveis. Sua implantação é feita em vasos sanguíneos do corpo de grande calibre. O problema esse marca-passo obstrui a veia, é que em pacientes com outros problemas de saúde, como problemas renais, isso pode ser perigoso, pois devido à diálise as veias já se tornam mais sensíveis.

O Micra não tem eletrododos ou qualquer outro fio, é implantado diretamente no coração e por isso preserva as veias do coração. Além disso, o risco de infeccção é muito menor.

Após ser implantado no local exato, foi a vez de engenheiros e técnicos programarem o aparelho de acordo com as necessidades do paciente, que precisava manter os batimentos menos acelerados para poupar o coração.

Menos de uma semana depois da cirurgia, o paciente se recupera sem problemas.

Fonte: uol 

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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