Estudo conclui: alimentos ultraprocessados fazem mal à memória

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Alimentos ultraprocessados são formulações industriais fabricadas a partir de substâncias extraídas ou derivadas de outros alimentos (sal, açúcar, óleos, proteínas e gorduras) e sintetizadas em laboratório (corantes, aromatizantes, conservantes e aditivos). Eles passam por um grande processo de industrialização para que possuam uma validade maior e também sejam mais saborosos.

Alguns exemplos de alimentos são ultraprocessados são biscoitos, sorvetes, embutidos e congelados. Agora, um estudo afirma que, além de fazerem mal à saúde, também prejudicam o cérebro. O estudo foi publicado pela revista científica Brain, Behavior, and Immunity. De acordo com a publicação, apenas um mês ingerindo grandes quantidades de ultraprocessados já pode provocar prejuízos, como a perda de memória.

Tanta industrialização também os deixa mais pobres em nutrientes e repletos de calorias vazias. Fatores que favorecem o aparecimento de doenças cardiovasculares, diabetes, colesterol e obesidade.

Apesar dos estudos ainda não terem sido realizados em humanos, detectaram uma forte resposta inflamatória no cérebro de ratos que consumiram os produtos industrializados.
Para minimizar o problema, a suplementação com ômega 3 DHA demonstrou uma resposta positiva no prejuízos causados por esses alimentos.

“O ômega-3, presente nos peixes como salmão e atum, além das nozes, auxilia na comunicação entre os neurotransmissores, fazendo com que a memória e a concentração sejam fortalecidas. Para estudar, por exemplo, sua ingestão é recomendada, pois facilita bastante no processo de aprendizado”, diz o geriatra e nutrólogo Dr. Juliano Burckhardt, membro do Corpo Clínico do Hospital Sírio Libanês, da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e da ABRAN.

“A alimentação está muito relacionada ao envelhecimento saudável e a prevenção de Alzheimer. Alguns dados científicos já são muito fortes quanto a redução de risco da doença”, completa o Dr. Gabriel Novaes de Rezende Batistella, médico neurologista e neuro-oncologista, membro da Society for Neuro-Oncology Latin America (SNOLA).

No entanto, os resultados negativos apontados pelo estudo não podem ser ignorados. De acordo com a Dra. Garcez, a pesquisa alerta para uma melhor conscientização da população, sobre os efeitos que alimentos ultraprocessados podem gerar.

“Essas descobertas indicam que o consumo de uma dieta processada pode produzir déficits de memória abruptos e significativos. E, na população em envelhecimento, o declínio rápido da memória tem uma maior probabilidade de progredir para doenças neurodegenerativas. Uma aposta melhor, para evitar vários efeitos negativos de alimentos altamente refinados, seria se concentrar na melhoria geral da dieta”, finaliza a médica.

Fonte: msn

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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