Síndrome de burnout agora é reconhecida como doença ocupacional

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A síndrome de burnout, também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, passou a ser considerada doença ocupacional desde 1º de janeiro, após a sua inclusão na Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS). Com isso, os trabalhadores passam a ter os mesmos direitos trabalhistas e previdenciários previstos nas demais doenças relacionadas ao trabalho.

De acordo com a neurocientista Ana Carolina Souza, a síndrome de burnout é um quadro psicológico associado a uma percepção de exaustão que ocorre de forma prolongada, ou seja, não é uma fadiga pontual.

“Esse cansaço excessivo é associado a uma forte perda de interesse e engajamento nas atividades de trabalho. Além disso, a percepção grande de esforço é somada a sentimentos negativos, como frustração, depressão ou a ausência de significado associado ao trabalho. Ou seja, a pessoa entende que se esforça ao máximo, mas não consegue ver nenhum fruto associado ao seu trabalho, não vê para onde vai toda essa dedicação. Muitas vezes a percepção é que se alcançou muito pouco ou que o que foi conquistado não tem valor”, diz.

Os sintomas mais comuns são:

sensação de esgotamento físico e mental,

perda de interesse nas atividades de trabalho,

sentimentos negativos associados ao ambiente de trabalho,

falta de motivação para trabalhar,

irritabilidade, pessimismos, depressão e ansiedade,

baixa autoestima,

dificuldade de concentração

Alguns sintomas também podem ser físicos, como:

dores de cabeça constantes,

enxaqueca,

fadiga,

palpitação,

pressão alta,

tensão muscular,

insônia,

problemas gastrintestinais,

gripes e resfriados recorrentes.

O trabalhador terá direito a continuar recebendo os depósitos de FGTS em sua conta, convênio médico, indenização por danos morais em caso de violação a direitos de personalidade, danos materiais, como gastos com medicação e consultas multidisciplinares, danos emergentes, como PLR e adicionais, e pensão vitalícia, que consiste em uma indenização que se leva em consideração a redução da capacidade laboral e o prejuízo financeiro provocado pela doença. Em casos mais graves, poderá seaposentar pelo INSS.

Fonte: g1

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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