Saiba mais sobre o refluxo, sintomas e alimentos que pioram a condição

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Segundo especialistas, cerca de 25% da população adulta sofre com o refluxo. A condição se torna uma doença quando os sinais ocorrem ao menos uma vez por semana e atrapalham a qualidade de vida do paciente. Entenda mais sobre isso.

O que é refluxo

O refluxo ocorre devido ao retorno anormal do conteúdo do estômago (com pH ácido) ao esôfago, podendo atingir, em alguns casos, a laringe e a cavidade oral. Segundo especialistas, alimentos que provocam um maior relaxamento da musculatura da transição entre o esôfago e o estômago estão associados às queixas da doença.

Sintomas do refluxo

Os sintomas mais comuns são azia, queimação sentida geralmente atrás do peito, e a regurgitação, que é a percepção do retorno do conteúdo ácido em direção ao esôfago e boca. Também pode-se sentir dor no estômago, soluço e ânsia de vômito.

Causas do refluxo

Geralmente, maus hábitos alimentares são os principais causadores do problema. Os alimentos que provocam um maior relaxamento da musculatura da transição entre o esôfago e o estômago —conhecido como esfíncter esofágico inferior —estão associados às queixas da doença. Assim, a ingestão de chocolates, cafés, refrigerantes, bebidas alcoólicas e frituras aumentam o risco de a pessoa desenvolver o problema.

“Estes têm seu tempo de digestão no estômago mais prolongado. As bebidas gaseificadas também aumentam a pressão dentro do órgão, piorando o refluxo”, ressalta Clóvis Massato Kuwahara, endoscopista e professor do curso de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

O tabagismo também aumenta a incidência da doença do refluxo gastroesofágico. Além do cigarro, o consumo excessivo de frutas cítricas como limão, laranja, maracujá e outras também estão associados à condição.

Como tratar o problema?

A abordagem inicial deve ser feita com mudanças comportamentais e alimentares. É possível realizar com ações simples no dia a dia. Uma delas é respeitar os horários das refeições, realizá-las de três em três horas e evitar a ingestão excessiva de pratos pesados e calóricos antes de dormir.

Também é aconselhado elevar a cabeceira da cama para evitar o refluxo noturno e evitar possíveis engasgos.

Já na alimentação, é indicada uma diminuição do consumo de comidas e bebidas ricas em cafeína, gordura e acidez.

Em paralelo, sob orientação médica, o paciente pode tomar medicamentos antiácidos que auxiliam na melhora do “esvaziamento” do estômago. Normalmente, todo o tratamento pode durar seis meses.

Quando não ocorrem mudanças no quadro, a pessoa precisa realizar novos exames. Um deles é a manometria, que estuda a função motora do esôfago e avalia se o órgão tem algum tipo de fragilidade ou alterações nas funções peristálticas.

Eduardo Grecco, gastrocirurgião e endoscopista do Instituto EndoVitta, explica que a pessoa também pode ser submetida ao procedimento chamado phmetria, que mede a acidez gástrica e indica a quantidade ideal de remédio que o médico pode receitar.

Em alguns casos, há ainda alternativas cirúrgicas e endoscópicas indicadas para indivíduos que possuem um nível alto de acidez no esôfago.

“No caso de procedimentos cirúrgicos, é confeccionada uma válvula antirefluxo em volta do esôfago e o paciente fica um ou dois dias internado”, explica Grecco, que é coordenador do Serviço e da Residência Médica de Endoscopia da Faculdade de Medicina do ABC. Segundo ele, aproximadamente 80% dos pacientes apresentam resultado satisfatório e ficam sem sintomas do refluxo após o procedimento.

Fonte: msn

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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