Dor de amor? Antropóloga diz que o amor deve ser tratado como um vício

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Desde a estreia da novela Pantanal, na Rede Globo, as buscas no Google por “como deixar de amar alguém” triplicaram, e as por “desapaixonar” subiram 80%. Mas se você, assim como Tadeu, que levou um fora da Guta, também perder seu crush, como fazer para curar um seu dilacerado?

José Loreto, intérprete de Tadeu, conta o que acha que deve ser feito:

Eu acho que não tem uma fórmula de sucesso para sair da fossa, não é? Acho que o luto é válido. Eu tento virar a página, já achar outros interesses, ocupar minha cabeça em outros lugares. Focar ou no trabalho ou no meu bem-estar para despertar novas paixões, novos amores, novos caminhos. Sempre tem alguém, não é? Sempre tem um chinelo velho para um pé chulezento”, diverte-se Loreto.

A antropóloga americana Helen Fischer busca uma explicação científica para a dor de amor. Ela vem analisando imagens cerebrais de ressonâncias magnéticas desde 2005 na tentativa de entender os circuitos da paixão.

“Nós identificamos atividade cerebral em uma região pequena, ligada com todos os vícios, como heroína, cocaína, álcool ou nicotina. A região também fica ativa quando você está apaixonado. O amor é um vício“, explica a profissional.

Durante a pesquisa, a doutora também descobriu que, quando nós estamos apaixonados, uma área do cérebro relacionada à fome e à sede é ativada. Então, tentar se “desligar” desse sentimento, é como acabar com a sede sem beber água. E, por isso, é tão difícil se recuperar de uma rejeição amorosa.

“Nós encontramos entre as pessoas que foram rejeitadas muita atividade cerebral em áreas ligadas a afeto, romance, desejo e também à dor física. Ninguém se livra de um amor facilmente. Todos nós sofremos”, afirma.

Para a antropóloga, a única forma de sofrer por menos tempo é ser radical e cortar qualquer tipo de ligação imediatamente.

“A única maneira de se recuperar é usar o modelo dos alcoólicos anônimos, tratar como um vício mesmo. Se livre das cartas, das fotos nos porta-retratos. Não escreva, não ligue, não procure. Vá fazer coisas novas. E, nas redes sociais, não siga a pessoa”.

Você já sofreu por amor? Conte pra gente o que fez para esquecer a pessoa.

Fonte: G1

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Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
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