A ciência comprova: bater papo e ficar de conversa fiada faz bem!

Condividi su Whatsapp Condividi su Linkedin

Sabe aquela conversinha de corredor que temos no elevador, na rua ou no intervalo do trabalho? A ciência está revelando que ela é mais importante para nós do que imaginávamos.

Um estudo publicado na Harvard Business Review revelou que estas conversas casuais e espontâneas estimulam a criatividade, o senso de colaboração, a inovação e o desempenho. Muitos dos participantes da pesquisa disseram que esta conversa fiada faz com que eles se sintam valorizados e com mais energia.

Os efeitos desta conversa

Os benefícios dessas conversas são diversos. Mas, em resumo, elas nos trazem ganhos porque as informações obtidas durante uma conversa vão muito além do conteúdo verbal que elas trazem.

Segundo o estudo publicado em Harvard, esta conversa fiada melhoraria nossas habilidades de escuta ativa, ajudaria a encontrar uma comunidade com interesses em comum, treinaria os “músculos” que nos fazem superar a timidez e aprimoraria nossas capacidades de argumentação.

Como passamos por anos de pandemia, em que essas interações foram reduzidas ao mínimo, estas conversas rápidas e casuais em ambientes presenciais se tornaram ainda mais importantes para a nossa saúde mental.

Dicas para manter essa conversa casual

Muita gente se sente tímido demais, ou acha que suas habilidades de interação casual se engessaram depois de tanto tempo preso dentro de casa. Para várias pessoas, conversar com estranhos parece um desafio grande demais.

Por isso, trazemos algumas dicas que podem auxiliar na manutenção dessas microinterações que, como dissemos, são bastante relevantes para a mente e para a alma.

Tenha uma “pergunta universal”

Muita gente não sabe como começar a interação. Mantenha em mente alguma pergunta generalista que possa servir para abrir a conversação, como “o que você faz?” ou “como está sendo o seu dia?”. Ela será uma deixa para a pessoa saber que você está interessado nelas.

Faça perguntas abertas

Segundo Mary Hartley, coach de comunicação, “os bons conversadores sabem como gerenciar o ritmo da conversa. Eles não fazem muitas perguntas ‘sim/não’, fazem perguntas abertas e não têm medo de silêncios que muitas vezes dão tempo para a outra pessoa pensar”.

Observe quem sabe fazer isso

Tem gente que tem o talento natural para a conversa casual. Observe o que essas pessoas fazem para tentar espelhar suas habilidades. Note sua linguagem corporal e seus outros comportamentos.

Aceite o silêncio

silêncio pode ser desconfortável para muita gente, mas ele não é um inimigo da conversa. Aceite que, por vezes, os silêncios são necessários e não significam que as pessoas estão desconectadas.

A apresentadora de rádio Alice Levine explica: “eu costumava ter pavor de silêncios e balbuciar a primeira coisa que me vinha à cabeça, apenas para preenchê-los. Aprendi que às vezes as pessoas estão apenas pensando no que você disse, então agora tento realmente ouvir o que estão dizendo em vez de bombardeá-las com perguntas, que podem parecer um interrogatório”.

Fonte: megacurioso

Condividi su Whatsapp Condividi su Linkedin
Nascida e criada em São Paulo, é publicitária formada pela Faculdade Cásper Líbero e Master em Programação Neurolinguística. Trabalha como redatora publicitária, redatora de conteúdo e tradutora de inglês e espanhol. Apaixonada por animais e viagens, morou no Canadá e no Uruguai, e não dispensa uma oportunidade de conhecer novos lugares e culturas.
Você está no Facebook?

Curta as mais belas fotos, dicas e notícias!

Você está no Pinterest?

As fotos mais bonitas sempre contigo!

Siga no Facebook
Siga no Pinterest